Simulador de Aportes

Simule um plano de aportes com reajuste anual e veja, ano a ano, quanto veio do bolso e quanto veio dos juros.

Processamento local — seu arquivo é processado diretamente no navegador e não precisa ser enviado aos servidores do 7Tools.

Os resultados são estimativas baseadas nas informações preenchidas. Rentabilidade, inflação, taxas e condições de mercado podem mudar. Esta ferramenta é educativa e não constitui recomendação de investimento.

Simulador de Aportes

até R$ 100.000.000 · 1.200 meses de projeção

Deixe em branco se vai começar do zero.

É o aporte do primeiro ano. A frequência ao lado é o período da projeção.

% ao ano

Em %, a cada ano completo. O reajuste sobe o APORTE, não o saldo. Em branco, o aporte fica igual do começo ao fim.

A taxa é sua: nada aqui é preenchido por padrão.

Só como o prazo é digitado: 10 anos com aporte mensal viram 120 aportes.

Marcado, os juros voltam para o saldo e rendem junto. Desmarcado, você os recebe a cada período e eles deixam de render.

Para que serve esta página

Ela simula um plano de aportes: quanto você acumula investindo um valor por período, durante anos, com a opção de aumentar o aporte a cada ano e de escolher se os rendimentos voltam para o saldo ou são retirados.

É a pergunta de quem já decidiu investir todo mês e quer ver onde isso chega. Não serve para escolher onde investir: a página não conhece produto, emissor nem risco, e trabalha com a taxa que você informar.

Como usar

  1. Informe quanto você já tem investido. Deixe em branco para começar do zero.
  2. Informe o aporte e a frequência dele. O valor digitado é o aporte do primeiro ano, e a frequência é o período da projeção.
  3. Se pretende aumentar o aporte com o tempo, informe o reajuste anual em porcentagem. O campo é opcional: em branco, o aporte fica igual do começo ao fim.
  4. Informe a taxa que você espera e a unidade dela. Nada vem preenchido.
  5. Informe o prazo, na unidade em que preferir digitá-lo. Ele é convertido para o número de aportes da projeção.
  6. Deixe Reinvestir os rendimentos marcado para o caso mais comum; desmarque para simular quem retira os juros a cada período.
  7. O resultado aparece conforme você preenche. O botão Simular leva você até ele, o que ajuda no celular.

Como a ferramenta funciona

A conta roda inteira no seu navegador, em três etapas separadas de propósito.

  • A taxa é convertida para o período do aporte. Por equivalência composta, nunca por divisão. Se você aporta todo mês e informou uma taxa ao ano, é a taxa mensal equivalente que entra na projeção.
  • A projeção avança um período por aporte. A cada período o saldo rende, o aporte entra, e o aporte é reajustado a cada ano completo. Nada é arredondado no caminho — nem o aporte reajustado. O arredondamento acontece uma única vez, na hora de mostrar o número na tela.
  • A série é relida em anos. A tabela e o gráfico mostram a mesma agregação anual, e não duas amostras diferentes: o que você lê no gráfico existe na tabela, sempre.

Os limites aceitos aparecem no cabeçalho do card e estão escritos em Cuidados e limitações. Acima deles a ferramenta diz qual campo passou do limite e qual é o limite, em vez de devolver um resultado que ela não pode sustentar.

Quando esta página ajuda

  • Dimensionar um plano de longo prazo. Quanto R$ 500 por mês, durante 20 anos, viram — e quanto disso é dinheiro seu e quanto é juro.
  • Ver o efeito de aumentar o aporte todo ano. Rode a mesma simulação duas vezes, com e sem reajuste, e compare os dois patrimônios finais. A diferença costuma surpreender mais que a diferença de um ponto na taxa.
  • Comparar reinvestir com retirar. A mesma taxa e o mesmo aporte, com o toggle nos dois estados, mostram em número o que o reinvestimento acrescenta.
  • Entender onde o juro passa o aporte. Na tabela ano a ano há um ponto em que os juros do ano ficam maiores que o aportado no ano. Ele é o argumento inteiro dos juros compostos, em uma linha.

Um exemplo por inteiro. R$ 10.000 iniciais, R$ 500 ao mês, 12% ao ano, por 10 anos, com reajuste de 5% ao ano no aporte.

  • A taxa anual de 12% é convertida para 0,9489% ao mês. Não para 1% — esse seria o resultado de dividir por doze.
  • O aporte começa em R$ 500 e chega a cerca de R$ 776 no último mês: são 5% ao ano aplicados nove vezes sobre o aporte, e não sobre o saldo.
  • A tabela traz dez linhas, uma por ano, e a última carrega o patrimônio final — o mesmo número do bloco de cima.

Fórmula e metodologia

Equivalência de taxas. Duas taxas são equivalentes quando rendem o mesmo no mesmo intervalo:

(1 + i_destino) ^ n_destino = (1 + i_origem) ^ n_origem

Daí a taxa mensal equivalente a uma anual é (1 + i_ano) ^ (1/12) − 1. O expoente é 1/12; a divisão por doze é outra conta, e dá outro número. Para taxa diária a base é 252 dias úteis, que é a convenção do mercado brasileiro.

A projeção, período a período. O aporte é postecipado: ele entra no fim do período e não rende nele. Com aporte constante, isso fecha com a fórmula da anuidade ordinária M = P(1+i)^n + PMT · ((1+i)^n − 1) / i.

O reajuste do aporte. O aporte do período p é PMT × (1 + g) ^ anos_completos, onde g é o reajuste e anos_completos é quantos anos inteiros de aporte já passaram. São dois crescimentos geométricos independentes na mesma projeção: um no saldo, pela taxa, e outro no aporte, pelo reajuste. Com reajuste, cada ano é uma anuidade com o seu próprio aporte, sobre o saldo que o ano anterior deixou.

Rendimentos retirados. Com a opção desmarcada, os juros de cada período saem do capital que rende: o saldo cresce só pelos aportes, e os juros do período seguinte incidem sobre esse saldo. O patrimônio continua sendo aportado + juros acumulados, porque o dinheiro retirado é seu — ele só não está mais aplicado.

Precisão. Dinheiro é exibido com duas casas, taxa com quatro e prazo como número inteiro. As quatro casas da taxa não são enfeite: com duas, 0,9489% viraria 0,95%, indistinguível a olho do 1% que a divisão errada produz.

Como ler o resultado

O bloco de cima é a resposta: o patrimônio final, quanto saiu do seu bolso, quanto veio dos juros, e a rentabilidade acumulada sobre o total investido. A célula do total investido também diz qual foi o último aporte — é ali que o reajuste fica visível em número.

O gráfico e a tabela mostram a mesma coisa. A faixa de baixo é o dinheiro que saiu do seu bolso; a faixa hachurada, acima dela, é o que os juros acrescentaram — e as duas somadas são o patrimônio. A hachura não é enfeite: é o que separa as duas faixas para quem não distingue as cores. A tabela ano a ano traz exatamente os mesmos anos em número, e é ela que o leitor de tela encontra.

Duas situações desfazem o empilhamento, e nas duas o gráfico passa a mostrar duas curvas independentes, com a legenda dizendo qual é qual: quando a taxa é negativa, porque o patrimônio fica abaixo do aportado; e quando os rendimentos são retirados, porque o que rendeu não está mais no saldo. Nesse segundo caso, a tabela nomeia as colunas de juros como retirados, e o resumo diz quanto continua aplicado.

O último ano pode ser parcial. Quando o prazo não fecha um ano inteiro, a última linha diz isso em palavra e informa quantos períodos ela cobriu — ela não é um ano em que se aportou menos.

Logo abaixo, a ferramenta publica a procedência: a taxa que você informou, a taxa de período aplicada, o expoente da equivalência, o que o reajuste fez com o aporte, e o tratamento dado aos rendimentos. Nenhum número aparece aqui sem dizer de onde veio.

Privacidade

Seu cálculo é feito no navegador. Nenhum dado precisa ser enviado para nossos servidores.

Não há cadastro, não há login e nenhum campo pede nome, CPF, e-mail ou dado bancário. Os valores que você digita ficam na memória da aba e desaparecem quando ela fecha — não são guardados aqui nem em lugar nenhum.

Cuidados e limitações

  • Taxa constante. A conta aplica a mesma taxa do começo ao fim. Nenhum investimento pós-fixado se comporta assim, e num horizonte de vinte anos essa variação importa mais que qualquer outra coisa nesta página.
  • Nenhuma taxa é buscada. CDI, Selic, inflação — nada é consultado em lugar nenhum. Todos os números vêm de você.
  • Sem impostos e sem taxas. Imposto de renda, IOF, taxa de administração e custódia não entram. O número é bruto.
  • Sem correção pela inflação. O valor projetado está em reais nominais, e o poder de compra dele no futuro é menor. O reajuste do aporte é um número seu, não um índice.
  • O aporte é postecipado. Ele entra no fim de cada período e não rende nele. Quem aporta no começo do período acumula um pouco mais do que o mostrado aqui.
  • Aportes sem falha. A projeção supõe que todo aporte acontece, sempre, até o fim do prazo. Um plano real tem meses em que não dá.
  • Limites declarados. Cada campo de valor aceita até R$ 100.000.000, e o prazo vai a no máximo 1.200 meses. Os dois limitam o que a ferramenta aceita, não o que ela produz: uma projeção longa passa desses valores por aritmética correta, e isso não é erro.

Perguntas frequentes

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